Valeu a pena os 3,2 mil milhões de euros na TAP? Até há uns dias, dizia que não. Hoje, tenho dúvidas. Se pensarmos bem, são 320 euros por português para termos um dos espectáculos mais divertidos e grotescos do regime. Como resistir ao sketch de um ex-secretário de Estado a tentar adiar um voo de Maputo para cair na boas graças de Belém? E como esquecer que esse mesmo personagem ajudou a redigir o esclarecimento que o seu governo pediu à TAP sobre a indemnização a Alexandra Reis.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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