Os debates entre candidatos à Presidência da República já deram palco a três das personalidades mais cotadas. O Top 5 fecha hoje com o despique Gouveia e Melo – Cotrim de Figueiredo. Porém, a dois meses da votação, quaisquer ilações correm o risco de ser excessivas. Vivemos ainda um tempo de aparências. Vale mais a pena avaliar ‘looks’. Para já, todos de fato e gravata, mas com as cores às avessas do que é tradicional em Portugal e na Europa. As escolhas seguem o ‘made in USA’: André Ventura foi o único a exibir a gravata vermelha com que se identificam os republicanos de Trump. Pelo contrário, António Filipe esqueceu a cor das revoluções e usou gravata azul do céu como se fosse um anjo democrata. António José Seguro e Luís Marques Mendes rimaram o azul com pontos brancos. A gravata não deve, no entanto, pesar na escolha dos eleitores. Quem lhe prestar atenção pode até perder a pouca substância oferecida nos debates. Curioso é saber se o modelo americano perdura na 2.ª volta com o burro, pequeno e fraco, a enfrentar o elefante, grande e poderoso. Esta História que não é displicente, começou com uma vitória do jumentinho adotado pelo democrata Andrew Jackson nas presidenciais dos EUA, em 1828.
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