O “poucochinho” medrou e o regresso de Seguro à política ativa, após uma dúzia de anos de silêncio cívico, pode provocar inusitada surpresa. A quatro dias da primeira decisão nas Presidenciais 2026, estamos perante um despique em que os prognósticos são tão insondáveis como a chave do Euromilhões. A única evidência é que as sondagens ateiam otimismo nas expetativas de Seguro e Ventura, não param de baralhar Cotrim e remetem Gouveia de Melo e Marques Mendes para um bambúrrio. Nos felizes dois primeiros destaca-se o talento de pouco a pouco conseguirem juntar muito. Há seis anos Ventura foi eleito a solo para deputado na Assembleia da República e já ninguém se lembrava de Seguro a não ser como “poucochinho” para endeusar António Costa e a sua maioria absoluta com pés de barro. Hoje, Seguro revela pontaria ao autocondicionar-se na expetativa de reuniões com o atual Primeiro-Ministro, no Palácio de Belém, a partir de 9 de março. Numa corrida imparável, Ventura tenta por seu lado acumular votos e mais votos para conseguir o governo de Portugal. Esta ideia bem portuguesa de fazer do pouco muito promete mudar o princípio reinante de que só perde quem desiste de lutar. Vai haver quem beba cicuta.
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