O mundo não para de se espantar. Anda atónito com os acontecimentos e o que ouve aos dignitários e influenciadores da política dos EUA: Venezuela, narcoterrorismo, petróleo, política imperial, força militar sem par, justiça conveniente, ameaças a interlocutores como a Europa aliada, Rússia, China, Cuba, Colômbia, Irão e o mais que se lembrem na Casa Branca para enfeitar o “imperador” dos tempos atuais, Donald Trump. Uma ação bélica poderosa revelou como está imparável o presidente dos EUA que se atropela com declaração após declaração, deixando tudo em suspenso. O básico não lhe interessa. O Direito Internacional dos Estados é apenas um articulado que os poderosos utilizam para policiar alguns impertinentes incómodos. Mais peculiar é o narcoterrorismo e o facto do tráfico de drogas, como a cocaína, estar hoje na alçada de grupos criminosos com os nomes de antigas organizações revolucionárias como Tupamaro ou Farc. O efeito parece devastador. A Venezuela, país rico em petróleo, trocou a economia real por um centro logístico de tráfico de droga e pôs ao seu serviço as instituições públicas e diplomáticas. Em paga, as elites do regime e das forças armadas recebem riquezas sem fim, enquanto o país continua pobre.
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