Os drones, com impressionante sofisticação tecnológica, são cada vez mais os poderosos instrumentos da guerra - constituem uma proteção da vida humana que as potências beligerantes desejam retirar dos grandes teatros de guerra. Alguns desses drones mais destrutivos têm passado pela Base das Lajes, na Ilha Terceira. Ao mesmo tempo, não pára de avançar a robótica que cria um número crescente de seres humanóides para desempenharem as tarefas da vida quotidiana, possivelmente até nos campos de batalha. Resta saber se existe mesmo o perigo de os robôs invadirem o espaço de decisão humana ou se são os humanos que, de maneira crescente, tentam apoderar-se da tecnologia mais avançada. O importante é que, num contexto de conflito, nunca encontremos na nossa frente um exército de robôs com a mira afinada e uma sede de destruição que brutalmente os coloque em causa. Depois de nós, o que virá: robôs ainda mais sofisticados ou drones pensantes que ponham o ser humano obedientemente nas linhas de subordinação e obediência? A inteligência artificial talvez se encarregue de fazer o resto, neste mundo em mudança profunda e inquietante.
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Alguns dos drones mais destrutivos têm passado pela Base das Lajes.
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