Luciano Amaral
Professor universitárioA maior tragédia do galambagate é que o Presidente da República (PR) tem razão, mas colocou-se numa situação em que pouco pode fazer. De facto, como julga o PR, João Galamba já não devia ser ministro. Mas convém perceber porque ainda o é. Se o primeiro-ministro (PM) tivesse aceitado a demissão de Galamba, depois de o PR andar meses a insinuar a possibilidade de dissolver a Assembleia da República (AR), a narrativa jornalística estava feita e seria mais ou menos a seguinte: PM demite Galamba para evitar dissolução! E isto corresponderia a uma espécie de tutela presidencial sobre o PM e a uma diminuição da sua liberdade. Ora, o PM não poderia aceitar isso, ainda por cima sustentado que está numa maioria absoluta.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos