Há uma diferença abissal entre um governo que governa para se manter no poder e um governo que governa para reformar o país. Entre um governo paralisado por atavismos ideológicos e um governo concentrado em resolver os problemas das pessoas. Entre um governo que corre atrás do prejuízo de casos e casinhos e um governo que lidera. Entre um governo obcecado por controlar a narrativa e um governo que apresenta soluções. Em apenas quatro meses, Luís Montenegro conseguiu imprimir uma dinâmica governativa a que os portugueses já não estavam habituados. E só não consegue fazer esquecer os últimos oito anos de governação socialista porque os problemas herdados desse período são demasiado pesados e demoram tempo a resolver.
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