Ainda é cedo para dizer que o pior já passou e este ainda não é o momento de baixar a guarda, perante uma situação meteorológica que, em muitos casos, tem sido muito pior do que as previsões antecipam. Contudo, exceptuando algumas situações que ainda suscitam maiores preocupações, os olhos já estão postos na gigantesca tarefa da reconstrução que famílias, empresas, municípios e o Estado têm pela frente. O levantamento global dos prejuízos ainda está longe de estar concluído, mas já se sabe que será de vários milhares de milhões de euros, quase certo acima dos cinco mil milhões. E será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu. O Presidente Marcelo ilustrou bem a magnitude do que nos espera quando disse que a reconstrução ocupará uma parte substancial do trabalho deste governo e praticamente todo o mandato dos autarcas das regiões mais atingidas. Uma coisa são as medidas imediatas para dar resposta às situações urgentes – reerguer casas, recuperar as empresas e os empregos, reconstruir estradas e outras infraestruturas essenciais o mais rapidamente possível. Outra coisa é aproveitar a oportunidade (que todas as crises oferecem) para tornar o país estruturalmente mais resiliente, mais robusto e mais bem preparado para fazer face a futuros riscos, sejam climáticos ou outros. Não há volta a dar.
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