Na ressaca das eleições do FC Porto, há uma figura, supostamente secundária, que não fica bem na fotografia. Chama-se Fernanda Miranda, foi companheira de Pinto da Costa durante longos anos, separou-se, regressou, assumiu uma reaproximação e, no final, já era tarde para esforços. Os momentos bons e os momentos maus eram impossíveis de apagar, a vida já tinha dado voltas demais, as escolhas foram feitas e nem sempre as mais felizes. Por que razão não fica ‘em paz’ neste momento? Teria sido escusado o apoio a Villas-Boas num momento, mais uma vez, fundamental para o homem com quem viveu. Acreditasse ou não, retirasse depois ou não. Mas a ‘colagem’ ao rival não caiu bem. Se brindou na noite passada ou não, nunca saberemos. Mas a mensagem foi passada.
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