As imagens arrepiam e, mais do que tudo, fazem-nos pensar. Assisto a corridas de touros desde adolescente. Ia ao Campo Pequeno, nessa época, porque o espetáculo era tão grandioso como cinematográfico. Acho que foi isso que me encantou desde o início. É difícil explicar o misto de emoções que se sente numa corrida. Mas a verdade é que, ano após ano, o espetáculo perde o brilho das luzes e o glamour (sobretudo em Espanha) que o acompanha e ganha frieza. Que se percebe em pequenas grandes coisas, nunca admissíveis, como a forma como se picam os cavalos em nome de uma melhor atuação.
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