O mais impressionante da entrevista do Presidente da República (PR) à RTP e ao ‘Público’ é ter sido um repositório exaustivo da sabedoria convencional sobre os assuntos do momento produzida pela famosa ‘bolha mediática’. A maioria absoluta é fraca? ‘Check’. Nem é preciso muito: as sondagens dizem-no. A oposição é fraca? ‘Check’. Também vem nas sondagens. Os professores devem recuperar tempo de serviço? ‘Check’. A Igreja tem estado mal na questão dos abusos sexuais? ‘Check’. Os supermercados especulam nos alimentos? ‘Check’. O plano da Habitação do Governo é confuso? ‘Check’. O problema da TAP só foi parcialmente resolvido com a saída de Pedro Nuno Santos e dos administradores? ‘Check’. Artigo atrás de estafado artigo de jornal repetem estas ‘teses’. Pois o PR segue-as pelo cheiro. Isto não espanta: o PR nasceu, viveu e cresceu na bolha mediática, donde transitou para a bolha política sem conhecer as suas piores partes. Pode-se tirar uma pessoa da bolha mediática, mas não se tira a bolha mediática da pessoa.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
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O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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