Não é muito útil interpretar a presidência Trump como uma sucessão de imbecilidades e torpezas. Trump recupera ideias tradicionais da forma como os EUA julgam dever organizar-se internamente e afirmar-se no mundo. Talvez mais do que isso, acentua ideias que nunca desapareceram da vida americana. Na política externa, por exemplo, não foi preciso esperar pela publicação na sexta-feira do documento da Estratégia de Segurança Nacional para perceber que a administração assenta a sua acção nos princípios da dita “Doutrina Monroe”, de 1829, e do respectivo “Corolário de Roosevelt” (Theodore), de 1905, segundo os quais o espaço privilegiado de afirmação dos EUA é o chamado “hemisfério americano”, livre de outras influências.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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