Não podia haver eleições mais importantes e mais mal protagonizadas do que as Presidenciais de 18 de janeiro. São importantes porque o sistema partidário português passa por uma fase muito instável. Não é fácil (como nunca é no nosso sistema proporcional) haver uma maioria absoluta que o estabilize. Antecipa-se, portanto, a continuação da fragmentação parlamentar. A isso junta-se o crescimento de um partido (o Chega) que já confessou a sua infidelidade ao enquadramento constitucional e que não se mostra fiável para sustentar maiorias no parlamento. Num contexto destes, o Presidente da República (PR) é logo transformado num protagonista central. O que pode ser ilustrado pelos mandatos do PR cessante, que nem sequer começou com semelhante instabilidade – podendo até dizer-se que ajudou a criá-la.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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