A maior organização francesa de estudos de opinião, o Instituto Francês para a Opinião Pública (IFOP), publicou por estes dias um estudo sobre a evolução do islão em França entre 1985 e 2025. Os resultados são fascinantes. A primeira conclusão é que o islão foi a única grande religião a crescer no país nos últimos 40 anos (apenas algumas denominações evangélicas cristãs cresceram também, mas muito menos): só 1% dos franceses se definiam como muçulmanos em 1985, enquanto agora 7% o fazem, tornando o islão a segunda religião de França, depois do catolicismo, cujos seguidores caíram de 83% em 1985 para 43% agora. O segundo maior grupo no que toca à religião é hoje os que dizem não ter religião, que passaram de 13% em 1985 para 37% em 2025. Sendo o segundo maior grupo, este apenas triplicou, enquanto o dos muçulmanos septuplicou. A diferença do número de crentes muçulmanos para católicos continua bastante grande, mas se a tendência corrente prosseguir, numa década ou duas poderá ter quase desaparecido.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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