Sempre que se propõe uma alteração ao Código do Trabalho, o país parece devolvido a 1848 e à Alemanha do Manifesto Comunista. De repente, insossos jornalistas e comentadores pacatamente burgueses, mas carregadinhos de má consciência social, desmultiplicam-se em radicalismos anti-capitalistas de antanho. Mas já passaram dois séculos sobre esses tempos e talvez o ponto de partida deva ser outro. Talvez o seguinte: Portugal tem a legislação mais protectora do emprego (ou quase) da União Europeia (UE). Dir-se-á que ainda bem, pois assim, precisamente, se protege um emprego estável para os trabalhadores. Ocorre que não protege.
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Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
A Europa precisa de moderar sonhos que não é capaz de realizar sozinha.
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