Passaram três anos sobre o início da Covid e espanta o pouco que se falou disso. Parece que ninguém se quer lembrar. Na realidade, quem se lembra bem daqueles dois anos, ‘vividos’ entre enfiados em casa, enfiados em máscaras ou com agulhas enfiadas nos braços? Mas vale a pena lembrar, até porque muito do que sucedeu foi pouco edificante. Para a política, a ciência ou o jornalismo.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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