O que é que distingue Gyokeres ao ponto de se falar dele, neste preciso momento, como o mais letal avançado do futebol europeu? Um rol de coisas. Mas há uma que parece sobrepor-se a todas as outras: a vontade de fazer mais e mais e mais. Na jornada anterior tinha marcado três golos. Nesta chegou aos quatro e ficou a dever a si mesmo outros tantos. “Poderiam ter sido ainda mais”, disse o jogador do Sporting após o jogo no Bessa, do qual saiu como líder da classificação da Bota de Ouro. Gyokeres sabe que está numa luta desigual e que não lhe basta marcar mais golos do que os avançados das principais ligas para ser o goleador-rei da Europa. Mas em vez de ficar a lamentar-se pela aplicação de um critério que penaliza a liga portuguesa, o bombardeiro sueco arregaça as mangas e vai à luta. Entrega-se a cada lance como se fosse o último, não desacredita após uma oportunidade falhada, esgota o depósito em cada sprint. Tal como escrevemos na semana neste mesmo espaço, a relação entre Gyokeres e o futebol português está em contagem decrescente. Um dia se falará dele como um meteorito que passou por aí.
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