Bastaram três jornadas de campeonato para ficar assente que em futebol não há verdades definitivas, nem males que sempre durem. Como na vida, de resto. Tome-se como exemplo o FC Porto. Depois de um defeso desastrado, com inusitadas errâncias no processo de repovoamento do plantel, não faltou quem tivesse condenado o dragão ao Inferno. Teoria adubada com a eliminação da via de acesso à Liga dos Campeões. E fermentada com a derrota na jornada de estreia na Liga, frente ao Gil Vicente. Em dois jogos, 180 singelos minutos de futebol, tudo se alterou. Após a vitória em casa frente ao V. Setúbal, da Luz saiu uma equipa de cara lavada. Mais do que isso: uma equipa louvada, aplaudida, exaltada, quase glorificada.
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