Primeiro veio o resgate financeiro e os anos de um Passos para além da troika. Depois, à míngua de dinheiro para manter o Estado operacional juntou-se a falta de autoridade e ética de trabalho, que a Esquerda sempre cultiva.
Chegámos assim à tempestade perfeita, que mata cidadãos nas estradas em chamas, nas aldeias agonizantes, na legionella em hospital público. Que assiste impotente ao crescimento de formas privadas de segurança e justiça violenta de administração imediata. Polícias agredidos. Bandidos perigosos com sucessão de penas suspensas. Jantares num cemitério, mesmo que de túmulos de ilustres portugueses.
O Estado está a ficar amoral e cega com o brilho das luzes.
Depois da insanidade dos cortes de Passos Coelho, com a geringonça de todas as esquerdas, juntou-se a penúria com a ociosidade, a falta de rigor no cumprimento das missões profissionais.
Nestes tempos tristes, o Estado mostra-se incapaz de cumprir as suas mais estritas funções de soberania e serviço aos cidadãos.
Nos últimos anos, estamos a passar da mais nobre forma de Estado Providência, para um Estado imprevidente e dissoluto, incapaz de servir as suas cliques sindicais, corporativas, e o pobre cidadão espoliado de segurança, saúde, educação de qualidade mínima.
Nós, os contribuintes, alimentamos com língua de palmo esta máquina pública, que nos devolve o esforço com o veneno da incúria, abusos de poder e omissões de auxílio.
O Estado está negligente e os piores exemplos vêm de cima. De um Governo que mantém em funções ministros que padecem de nanismo político, como os da Defesa, Educação, Economia ou Cultura.
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