Se Portugal reabrir em Maio, é preciso agradecer aos portugueses. Foram eles que, antes do governo determinar o fecho das escolas, começaram a tirar os filhos de lá. Foram eles que, antes da declaração do estado de emergência, já estavam avisadamente em casa. Foram eles que, antes das máscaras serem prioritárias, já tapavam o rosto como podiam. E foram eles que respeitaram o cativeiro pascoal. Foram os portugueses, e não a classe política reinante, que evitaram um cenário à espanhola. Sacrificaram-se e adaptaram-se.
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Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
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