Escrevi recentemente que o ‘não é não’ da AD era agora propriedade do Chega. André Ventura confirmou-o. A estratégia é fazer oposição, não mendigar acordos com o governo (ao contrário de 2024), mostrar respeitabilidade (como Le Pen em França) e preparar um governo ‘alternativo’. Isto basta para chegar ao poder? Depende. Há eleições autárquicas em breve que podem esvaziar os festejos das legislativas. Além disso, é preciso ver que governo ‘alternativo’ será esse.
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Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
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