Sempre que uma catástrofe nos bate à porta, começa a busca desesperada por responsáveis. Não é apenas aproveitamento político: é uma necessidade racional para lidar com o imponderável. Em 1755, quando Lisboa tremeu, a Europa letrada discutiu fervorosamente como explicar que uma cidade piedosa tivesse sido destruída no Dia de Todos os Santos.
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Uso generalizado da IA estaria a transformar os alunos em ‘cretinos digitais’ e a corromper o ensino.
Os aliados riam-se da petulância e continuavam a viver à sombra da bananeira americana.
Luís Montenegro vai a votos no domingo. Não é gralha. Um partido - qualquer partido - tem sempre o seu candidato presidencial.
Um restaurante israelita, o Tantura, foi obrigado a fechar em Lisboa depois de ameaças, boicotes e vandalismo anti-semita.
Os tempos são outros e os candidatos também: se o povo não basta, talvez os fantasmas ocupem o lugar.
Os EUA removeram Nicolás Maduro, mas não o regime.
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