Desde que foi acusado de pecadilhos sexuais torpes, o sociólogo Boaventura de Sousa Santos ainda não acertou na justificativa. No início, a culpa era do neoliberalismo. Não colou: as alegadas vítimas não frequentavam Davos nem tinham contas na Suíça. Tentou-se o heteropatriarcado: Boaventura cresceu nesse mundo boçal e, apesar do seu treino académico, lá acabou de palito na boca e paleio de marialva. Também não deu: não é possível vergastar o Ocidente pelos crimes do passado e, ao mesmo tempo, expiar os seus com o próprio passado.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos