Questões de género despertam o fanático que há em nós. Comigo, não. Se alguém não se identifica com o sexo com que nasceu e resolve adoptar outro ‘género’, tudo bem. Só peço duas coisas: que a excepção não se torne regra e que a regra não tenha força de lei. Tradução: o facto de existirem casos de disforia de género não legitima a asserção seguinte de que não existem ‘mulheres’, mas apenas ‘pessoas que menstruam’. Esse abuso cognitivo tem o mesmo valor que declarar, só porque existem cleptomaníacos, que não há pessoas honestas.
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Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
Tivesse o ensino público cumprido o seu papel e os camaradas dominariam o básico sobre a sua própria ideologia.
O PS e o Chega sabem que terão três anos de oposição, com o inevitável desgaste que estes desertos provocam nas chefias.
Entre Zelensky e Putin, venha o diabo e escolha.
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