Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisDurante a 80ª AGNU, mais 10 países reconheceram o Estado da Palestina e surgiram dois “planos de paz” para o conflito israelo-palestiniano (um da França e da Arábia Saudita no quadro da ONU e outro patrocinado pelos EUA, concebido pelo antigo PM britânico Tony Blair e por Jared Kushner, genro e conselheiro de Trump), mas o PM israelita refutou a ideia de um Estado palestinianoporque “seria um suicídio” para Israel. Os líderes dos países NATO afirmaram que irão abater todas as aeronaves que violem o espaço aéreo Aliado, incluindo Trump que, além de criticar a ONU e a Europa, também disse que a Ucrânia poderia recuperar todo o território ocupado pela Rússia. Zelensky referiu um “meganegócio” de armas com os EUA e avisou que Putin pretende prolongar e expandir a guerra, e o MNE russo advertiu os membros da UE e da NATO sobre “uma resposta decisiva”. Xi Jinping anunciou que a China pretende reduzir as emissões poluentes entre 7% e 10% até 2035. Oex-jihadista al-Sharaa foi o primeiro Presidente da Síria a discursar na ONU em 60 anos. Isto e o mais que se passou quase fez esquecer o 80º aniversário da Organização das Nações (Des)Unidas.
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