Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisNa Cimeira da NATO que se realiza de 9 a 11 de julho, em Washington, os 32 Aliados tentarão demonstrar unidade no apoio à Ucrânia, na defesa coletiva e na salvaguarda da Democracia e de uma ordem mundial baseada em regras. Essa unidade está, porém, mais comprometida pelas recentes movimentações do Presidente Erdogan da Turquia e do Primeiro-Ministro Orbán da Hungria. Dias 3 e 4 de julho, Erdogan participou na Cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), no Cazaquistão - à margem da qual reuniu com os Presidentes da Rússia e da China -, renovando o interesse da Turquia em aderir a essa organização crescentemente "anti-Ocidental" que no ano passado se alargou ao Irão e agora à Bielorrússia! Por seu lado, dia 5 de julho, escassos dias depois da Hungria assumir a Presidência rotativa do Conselho da UE, Orbán (que se opõe à adesão da Ucrânia à NATO e à UE, ao envio de capacidades "ofensivas" para Kiev, a novas sanções à Rússia e ao mandato de detenção de Putin pelo TPI) foi a Moscovo encontrar-se com o Presidente russo para "mediar a paz na Ucrânia". TK de Erdogan e HU de Orbán, dois Aliados que mais parecem "cavalos de Troia".
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