Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisCedendo à pressão do Presidente Trump, o Panamá anunciou que se retira da “Nova Rota da Seda” chinesa, a mais emblemática das iniciativas do Presidente Xi Jinping. Lançado em 2013, este projeto passou de uma faixa terrestre e uma rota marítima interligando a China, a Ásia e a Europa para uma extensa rede global de infraestruturas a que aderiram 149 países de todo o mundo - 53 de África, 37 da Ásia e Pacífico, 29 da Europa (incluindo Portugal), 9 do Médio Oriente e 21 das Américas Central e do Sul. O Panamá fora o primeiro país das Américas a aderir a esta iniciativa chinesa, em 2017; agora, torna-se o primeiro da região e o segundo do mundo (depois da Itália, em dezembro de 2023) a sair. Mas a cedência panamiana não será suficiente para saciar o apetite trumpiano sobre o Canal do Panamá. Trump está empenhado em restaurar o domínio dos EUA no Continente Americano e áreas próximas (Gronelândia…), contrariando “influências externas”. A questão é que também parece reconhecer “zonas de influência” para a Rússia e a China. É neste racional que Trump concebe o seu relacionamento com Putin e Xi e, já gora, o seu “plano de paz” para a Ucrânia.
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