Os dirigentes do PS e do PSD já só pensam nos resultados eleitorais do próximo 10 de março. Andam tão inebriados com as consequências da crise política, que se esquecem de combater a causa que a provocou, a corrupção generalizada na política. Fingem ignorar que o governo caiu fruto de sucessivos casos de tráfico de influências, culminando na detenção do chefe de gabinete de Costa, que escondia 80 mil euros no gabinete. Este tipo de gestão pública contaminada pela corrupção, em que actores públicos favorecem negócios e grupos privados, não é de agora. O anterior governo de Passos Coelho entregou, a amigos e ao desbarato, empresas como a ANA e os CTT; já antes Sócrates tinha celebrado acordos ruinosos para o Estado nas PPP rodoviárias. Claro que todos estes privilégios aos privados geram pobreza e sentimento de injustiça. Assim, os eleitores entregam-se desesperados aos populistas, que PS e PSD dizem combater, mas que, com o seu comportamento, favorecem.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A Constituição consagrou a liberdade de expressão como direito fundamental
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos