Deram-lhe palco internacional e Putin aproveitou o aconchego para aumentar a agressão russa, forçando agora uma resposta da NATO. Reparem que logo a seguir ao encontro com Trump no Alasca, no mês passado, a Rússia fez o maior ataque às cidades ucranianas, incluindo Kievque tinha sido poupado. Depois do palco chinês, na célebre parada de 3 de setembro, Putin voltou a atacar violentamente Kiev, mas atingindo, então, instalações do Governo da Ucrânia, da UE e do Reino Unido. Agora, surge a incursão na Polónia com pelo menos 19 drones. E já nem desmente. O embaixador russo na ONU apenas disse que “não há alvos marcados no território polaco”.
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