Trump parece ter-se convencido de que tinha acordado com Putin algo de relevante na Reunião do Alasca. Terminado o encontro, convidou para a Casa Branca Zelensky e vários líderes europeus, para fazer avançar passos essenciais do tal acordo. Ou seja, realizar uma reunião bilateral entre Zelensky e Putin que permitisse acordar a questão territorial entre eles, e conceber as garantias de segurança a dar à Ucrânia para que esta aceitasse a paz. Contactou, entretanto, Putin, que disse estar de acordo, mas que mal desligou o telefone, mandou congelar o processo. O inefável Lavrov apareceu então a dizer que sem a Rússia presente não há qualquer garantia de segurança realizável e que o encontro com Putin só é possível se a Ucrânia aceitar as condições, ou seja a rendição. Trump voltou a zangar-se perante esta desautorização pública. E deu mais 15 dias a Putin. Aí sim, vai tomar uma “decisão muito importante”. Ou aplica sansões severas, ou se vai embora, dizendo “esta é a vossa guerra”. O pior cego é aquele que não quer ver, diz a voz do povo. Será necessário repetir, a cada crónica, que Putin só negoceia seriamente na iminência da derrota?
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