Estas eleições presidenciais, se por um lado, são “fraquinhas” por outro, são “engraçadas”, dado até o considerável número de candidatos que as disputa. Pela primeira vez, não concorre qualquer dos que ajudaram, de um modo ou de outro, a fundar esta República. Na verdade, se olharmos só aos que anteriormente venceram, quer Ramalho Eanes, quer Mário Soares, quer Jorge Sampaio, quer Cavaco Silva, quer Marcelo Rebelo de Sousa, contribuíram como constituintes, como líderes partidários, como chefes de Governo para a fundação, para a viabilização, para a estabilização e consolidação desta democracia em que vivemos. Agora, seja quem for o escolhido, teremos como Chefe de Estado um cidadão mais comum e nenhum Grande Senador. São, pois, as primeiras eleições presidenciais em que não há uma personalidade à partida dominante e até o favoritismo inicial de Gouveia e Melo rapidamente se dissipou. Daí, certamente, a oportunidade que vários sentiram de avançarem para esta disputa. Mas manda a verdade dizer que todos os que se tornam Senadores já antes foram também cidadãos comuns. Essa evolução é própria da dinâmica de um sistema republicano em que não há títulos adquiridos à nascença.
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Cometeu erros, como acontece com todos. Sempre igual a si próprio: íntegro, inteligente, incomparável.
Uma pessoa pode ser muito experiente e não ser inteligente e/ou não ser sensata.
Ficará mais claro o quadro em que se desenrolaram muitos acontecimentos no PPD/PSD e que levaram ao que recentemente foi chamado de birra.
Não pensem nas confrontações políticas do costume. Há muita gente que ficou sem nada.
Há muitos eleitores que estão saturados da Política como ela está, que preferem uma mudança profunda ou mesmo uma rutura.
A Figueira da Foz, e obviamente ainda mais toda essa Região, dispõe de uma importante malha industrial
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