A 17 de março deste ano, portanto há cinco meses, não foi há cinco anos, Luís Marques Mendes, num podcast com Ana Gomes, integrado nas comemorações dos 50 anos de aniversário de um órgão de comunicação social, afirmou, a propósito das próximas eleições presidenciais, para a sua interlocutora de ocasião: daqui a ano e meio, falamos. Portanto, dali a ano e meio seria 17 de setembro de 2024. Ou seja, algo fez precipitar os planos de Luís Marques Mendes. O que terá sido? Será demasiada presunção admitir que houve influência de declarações que fiz cinco dias antes num canal televisivo? Será demasiada imaginação admitir-se que foi para falar antes da universidade de verão do PSD, onde estará presente outro hipotético candidato presidencial Paulo Portas?
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Foi uma cerimónia muito digna, sem incidentes nem faltas de respeito. Hoje em dia não é frequente.
Cometeu erros, como acontece com todos. Sempre igual a si próprio: íntegro, inteligente, incomparável.
Uma pessoa pode ser muito experiente e não ser inteligente e/ou não ser sensata.
Ficará mais claro o quadro em que se desenrolaram muitos acontecimentos no PPD/PSD e que levaram ao que recentemente foi chamado de birra.
Não pensem nas confrontações políticas do costume. Há muita gente que ficou sem nada.
Há muitos eleitores que estão saturados da Política como ela está, que preferem uma mudança profunda ou mesmo uma rutura.
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