Tirando os primeiros dias da invasão russa, quando ninguém acreditava que a guerra durasse mais do que uma semana, nunca a derrota da Ucrânia pareceu tão certa como agora. Sim, porque a paz injusta que Trump pretende impor a Kiev e ao Mundo não é mais do que uma vitória quase total da Rússia, que - a confirmarem-se os termos em que a paz está a ser negociada - consegue alcançar praticamente todos os seus objetivos: não só se prepara para ficar com os territórios ucranianos conquistados, como provavelmente irá conseguir que a Ucrânia tenha de abdicar da adesão à NATO. Além disso, Putin ainda se dá ao luxo de escolher quais os países que podem ou não fazer parte de uma futura missão de manutenção de paz e prepara-se para receber de braços abertos o regresso das empresas norte-americanas - cortesia do amigo Trump - deitando por terra o isolamento político e económico laboriosamente imposto ao longo dos últimos três anos. Ou seja, Trump prepara-se para dar de bandeja à Rússia aquilo que a força das armas não conseguiu durante três anos - e não há muito que a Ucrânia ou a Europa possam fazer, por mais que protestem.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Mais uma vez, os EUA começaram uma guerra sem saber como a vão terminar.
Cuba enfrenta uma das suas mais graves e perigosas crises.
Trump 'ressuscitou' programa nuclear iraniano para justificar as ameaças ao país.
Enquanto Trump for presidente, será muito difícil aos aliados voltarem a confiar nos EUA
O mundo baseado em regras que todos conhecíamos acabou.
Fotos e referências a Trump nos ficheiros do caso Epstein sumiram misteriosamente.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos