Durante a presente crise, tem sido evocada uma obra da historiografia clássica – “A Guerra do Peloponeso”, de Tucídides –, para explicar uma lei válida nas relações internacionais: nenhuma superpotência assiste à ascensão de um rival sem oferecer resistência. A guerra do Peloponeso deveu-se à preocupação de Esparta com a emergência de Atenas. A invasão da Ucrânia talvez se explique pelo progressivo declínio da Rússia após o colapso da União Soviética. A crescente tensão no relacionamento sino-americano pode ter como causa a emergência da China como potência planetária.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Montenegro concluiu que chegou a hora de "reabilitar" Ventura
Se houvesse eleições, Carneiro arriscar-se-ia a uma vitória de Pirro.
Processo negocial da lei laboral é uma aplicação comunicativa.
Dir-se-á que Seguro está mais perto de Eça do que de Gabo.
Formação da gerigonça de direita violaria o compromisso eleitoral.
Lei de política criminal deve ser objeto de um debate profundo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos