A estima do Papa Francisco pelo bispo Robert Provost, à frente de uma diocese peruana, levou-o, em 2023, a nomeá-lo arcebispo responsável pelo Dicastério dos Bispos e, pouco depois, cardeal. Assim, Prevost, que tomou o nome de Leão XIV após a sua eleição para papa, já estava na Cúria Romana. Não veio de longe para o conclave, ao contrário do que aconteceu com Jorge Bergoglio quando foi eleito sumo pontífice. Mas partilha com este a circunstância de terem nascido e vivido na América: Leão XIV é estado-unidense por nascimento (Chicago, 1955) e peruano por adopção, ao passo que Francisco era argentino (Buenos Aires, 1936). Os dois têm ascendência europeia: a do novo papa é franco-italiana pelo lado do pai e espanhola pelo lado da mãe, ao passo que a do anterior era italiana por ambos os lados. Os dois tiveram formações científicas: o novo uma licenciatura em matemática, o anterior um curso médio de química. Os dois pertencem a ordens religiosas que não estavam representadas na história do papado: o novo é agostiniano (foi prior geral desta ordem), ao passo que o anterior era jesuíta (tendo sido provincial da Argentina).
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