O idadismo sociocultural, a cruzada contra o encarniçamento terapêutico, a defesa apaixonada da eutanásia (sobretudo pelos mais novos) e a severidade fiscal impelem os mais velhos a sentirem-se uma visita indesejada, a quem o dono da casa resiste a custo a dizer que está a mais. Guardadas as devidas distâncias, esta tendência traz-nos à memória a abominável teoria nazi das vidas sem valor vital. Os reformados, que descontaram contribuições ao longo de 40 ou 50 anos sem fuga, sem remissão e, em muitos casos, sem contrapartidas palpáveis, só se podem sentir injustiçados.
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