Primeira: um condenado por terrorismo, alegadamente ressocializado, participava numa conferência universitária de Criminologia em Londres quando decidiu cometer dois homicídios. Acabou por ser travado por um conferencista homicida. Não há culpa infinita nem prisão perpétua em Portugal, mas impõe-se uma reflexão sobre medidas de segurança para imputáveis perigosos.
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