Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaNo próximo dia 2 de abril celebra-se uma data marcante, com a nossa Constituição de 1976 a perfazer meio século de existência. É, sem dúvida, um marco fundamental pois ela surge como a carta magna de todos os direitos fundamentais essenciais à convivência em democracia, dá-nos o recorte matricial da organização política do Estado, e fixa os limites inultrapassáveis ao emprego dos poderes de autoridade na relação deste com os cidadãos. Hoje, com um corpus desenvolvido, é graças a ela, com todas as eventuais falências e debilidades, fruto do dinamismo do contexto, que conseguimos ter equilíbrio, diria até, que conseguimos assegurar uma homeostasia social sã, com o Estado, e entre cidadãos.
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A PSP assumirá, como ao longo destas decádas, a cabeceira do combate.
É incrível, e até nauseante, esta falta de impulso reformista no que ao fecho de esquadras diz respeito.
'Subsídio de fixação' da guarda prisional não é estendido à PSP, GNR, Polícia Marítima e PJ.
Número de vítimas tem que nos [continuar a] fazer refletir.
Espera-se que deixe um legado singular como deixou na PJ.
É imperioso abandonar um sistema assente em monopólios e coutadas.
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