Numa altura em muito se fala do atual presidente dos EUA, pelas piores razões, e em que o papel presidencial toma em todo o lado maior relevância, para contrapeso a governos débeis ou extremistas, deve recordar-se que a grande nação do outro lado do Atlântico não foi construída por alucinados ou playboys. Este ano marca os 80 da morte de Franklin D. Roosevelt, o presidente que em 1933 herdou um país na Grande Depressão, 25% de desemprego, criou o New Deal e liderou os na II Guerra. Um homem castigado pela vida, que a poliomielite atirou para uma cadeira de rodas e a quem mulher Eleanor nem no leito da morte perdoou as indiscrições. Que só não teve a mágoa de Theodore Roosevelt (presidente dos EUA de 1901 a 1909) em perder um filho na I Guerra, Quentin, cujo avião foi abatido em França; e outro na II Guerra, Theodore Jr., o único general a desembarcar na primeira vaga na Normandia, e que também pereceu em França. O think tank norte-americano Atlantic Council publicou esta semana um interessante trabalho sobre a geração que Putin (72 anos) está a preparar para o suceder na Rússia. Muito pouco se sabe do que lá vem nos EUA depois de Trump (79 e graves problemas de saúde). E isso é preocupante.
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