Há 80 anos, combatiam-se os últimos meses da II Guerra Mundial na Europa, ocorreu um episódio extraordinário que provou ao Mundo que, quando querem, os Homens unem-se independentemente do que os separa. O avanço soviético sobre Hostau (Checoslováquia), onde os nazis tinham colocado todas as éguas da famosíssima raça Lipizzan (da escola espanhola de equitação de Viena), levou a uma inédita coligação: norte-americanos, unidades do exército alemão, prisioneiros de guerra rearmados e cossacos anticomunistas; reunidos para resgatar essas éguas e evitar a extinção da raça - que ocorreria pelas mãos do exército vermelho, que as matariam para carne; ou das sanguinárias SS, que as matariam só porque sim. A Operação Cowboy, como foi batizada, teve mortos mas foi um sucesso e a raça europeia de cavalos, ameaçada por todos os grandes conflitos desde o século XVIII, ainda nos encanta. Custa a acreditar que a Humanidade demonstrada por inimigos que se juntaram para salvar (e bem) cavalos não possa ser hoje replicada para salvar as crianças que morrem todos os dias na Ucrânia, Gaza ou Teerão. Há, hoje, provocadores de guerras, maus e vilões; que estão ao nível de Hitler ou Estaline.
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