Os polícias da PSP e os militares da GNR saem das escolas em liberdade condicional. Sabem que mais tarde ou mais cedo serão o alvo de uma alcateia que, desculpando criminosos, vão usá-los para causar dano às instituições, ao Estado e a quem só quer viver sem crimes, confusões ou cilícios ideológicos. Idealmente, para essas agendas, qualquer polícia ou militar que tenha um azar deve ser preso. Como felizmente não se pode cortar a liberdade de expressão a ninguém, a forma de impedir o acima descrito é dar aos polícias e militares as melhores condições. Um patrulheiro treina tiro uma vez por ano, contra um alvo estático. O Estado considera que chega; é um absurdo numa altura em que as ameaças são múltiplas. Óbvio que nem todos podem treinar como o GOE, ou fazer mais de 100 sessões de tiro de combate como num curso de Comandos, mas o atual é meter o patrulheiro na boca do lobo. Esta falta de proteção é mais uma das razões pelas quais cada vez menos querem a PSP e a GNR. Não é culpa da comunicação social, que este Governo tenta diabolizar, mas sim de falta de investimento. Nada melhor virá a caminho. Também aqui, a melhor indicação do que o Governo irá fazer no futuro, é o que fez no passado.
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