É responsabilidade do decisor político quando se continua a ter o preço como fator número um na atribuição de um concurso público; mesmo quando o propósito do mesmo é garantir a segurança de pessoas. É responsabilidade do decisor político quando se mantém a mesma exigência de manutenção/inspeção quando determinado equipamento era usado por 100 pessoas, e agora é usado por 700; ignorando que a cautela e o “tempo de vida” devem acompanhar as solicitações e o “desgaste”.
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Quem está na tasca e depois pega no carro não vai antes à internet para se sensibilizar.
Estado que não investe no teatro, deseduca e promove o ‘brain rot’.
Descuidos na segurança das operações são 'borlas' aos adversários.
Um indivíduo perceciona pela visão estar a ouvir uma coisa, quando está de facto a ser dita uma outra.
Dificilmente Trump - que para já só alcançou o alastrar do conflito a toda a região - conseguirá algo sem tropas no terreno.
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
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