Ontem, num programa de TV, vi um miúdo assistir à quase traição da noiva em direto. Sentado, imóvel, engolindo em seco e cúmplice da sua própria humilhação. Sorriu e aguentou - tudo para não perder o lugar à mesa da fama. Não há inocência nisto. Há vaidade e cobardia, talvez. Vivemos tempos em que os miúdos já não querem ser médicos, engenheiros ou escritores - querem “ser alguém”. E ser alguém, hoje, é vender a alma à máquina da exposição, mesmo que isso signifique rastejar diante de um País inteiro.
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Hoje é verdadeiramente inaceitável a ausência de uma demarcação clara por parte de quem quer ser Presidente da República.
Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
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