Ontem, num programa de TV, vi um miúdo assistir à quase traição da noiva em direto. Sentado, imóvel, engolindo em seco e cúmplice da sua própria humilhação. Sorriu e aguentou - tudo para não perder o lugar à mesa da fama. Não há inocência nisto. Há vaidade e cobardia, talvez. Vivemos tempos em que os miúdos já não querem ser médicos, engenheiros ou escritores - querem “ser alguém”. E ser alguém, hoje, é vender a alma à máquina da exposição, mesmo que isso signifique rastejar diante de um País inteiro.
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Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.
Nos Salesianos de Manique (Cascais), a cantina tem comida de “primeira” e de “segunda”.
Pune-se quem sobrevive e protege-se quem explora.
Mariana Fonseca, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio de Diogo Gonçalves, fugiu para Jacarta antes de serem emitidos mandados internacionais.
Seria expectável que a liderança da principal polícia de investigação fosse tratada como prioridade absoluta.
Moedas fez promessas solenes após o trágico descarrilamento do Elevador da Glória. Seis meses volvidos, porém, quase nada saiu do papel.
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