Cada cabeça sua sentença, já diz o povo há muitos anos. Frederico Varandas bem o sabe: foi absolvido em Lisboa do crime de difamação quando chamou a Pinto da Costa corruptor ativo e foi condenado no Porto por lhe ter chamado bandido. Admito os dois entendimentos - os limites da liberdade de expressão não estão na letra da lei -, o que não se admite é perdurar a dúvida. Serão os juízes do Porto mais sensíveis aos insultos ao ex-presidente portista ou os de Lisboa mais permissivos por estar em causa um dirigente desportivo lá do Norte do País? Cada cabeça sua sentença, mas sem esquecer que a justiça tem de fazer sentido. E duas decisões contrárias em situações idênticas e no espaço de duas semanas transforma a justiça num Totoloto: depende do juiz, da comarca e um dia destes até se a decisão é proferida em dia de sol ou chuva.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Novo homem-forte da PJ, traz consigo o peso discreto de décadas a lidar com um crime que não se vê, mas que cresce nas sombras do digital.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
A rejeição, por parte do Irão, de propostas de paz reforça a perceção de um conflito em escalada no Médio Oriente, com implicações que vão muito além da região.
Há um mês que a PJ navega à deriva, sem direção, sem rosto e sem urgência política em resolver o vazio.
À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.
Ninguém detém o monopólio da investigação.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos