É grande a tentação de avaliarmos a realidade a partir de números, de percentagens e comparações. Neste caso em concreto, e desconhecendo a origem dos dados e da sua abrangência, prefiro apenas dizer que a Pandemia foi e continua a ser um enorme desafio para todos nós e, naturalmente, para a Igreja que faz parte da sociedade. Todos sabemos que morreram muitos, muitíssimos idosos e não só; muitos outros mudaram a sua residência, foram viver para o Interior. Também temos conhecimento de que a transmissão da Missa pela Televisão ou nas plataformas digitais ganhou maior audiência, principalmente junto da população mais idosa. Todas estas realidades provocaram uma diminuição na “recolha das ofertas” que acontece habitualmente nas nossas celebrações, ao que se acrescenta as dificuldades económicas que todos sentimos. No entanto, a este propósito, devo dizer que, como sempre aconteceu, a generosidade dos mais pobres é aquela que a Igreja melhor conhece. Devo também dizer, como resultado da peregrinação que fiz por todo o Portugal, com os símbolos da JMJ, que a Igreja está viva! Estive e estou com muitos jovens, muitos casais, muitas crianças e idosos que nos continuam a encher de Fé e de Esperança no presente e no futuro… Cristo Vive…
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Precisamos de olhar nos olhos de quem cuida e de quem é cuidador.
São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
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