A colunista Janet Daley, no ‘Daily Telegraph’, relembrava recentemente que não: as eleições não servem apenas para remover pacificamente os governantes; servem também para que o povo escolha entre partidos concorrentes com base nos respectivos programas fiscais. Tradução: quanto é que os candidatos pretendem gastar se chegarem ao governo? E, já agora, quanto é que pretendem cobrar em impostos?
Portugal até pode abrir mão desta extravagância. Mas, nesse exacto dia, deixaremos de ser uma democracia.
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Por Carlos Rodrigues
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