Por ter por Vasco Graça Moura uma grande admiração – pessoal e literária – e por saber que é um homem extraordinário. E por isso não uso um verbo no passado. Para responder à notícia da sua despedida folheio alguns livros. Poesia. Romances. Alguns ensaios. Poesia outra vez, poesia sempre – ironia, melancolia, rigor, sublime, exigência e equilíbrio. E traduções (Shakespeare, Dante, Rilke, Petrarca). O resultado disto é uma beleza terrível e musical que me comove sempre. A par disso, recordo alguns dos seus combates: a liberdade, a língua, a cultura, o País. O respeito pelos adversários mas, também, pelas suas convicções. A busca de uma harmonia. A paixão inspirada pelos livros, que é também uma forma de resistência ao deserto de hoje ("Está a faltar poesia em Portugal", dizia recentemente). Poucos textos me custam tanto a escrever como este.
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