Da revisão não viria mal ao mundo; pelo contrário, é imperiosa. Aprovado em 1990, houve tempo para discuti-lo ou para acabar com ele. Nem uma coisa nem outra. Os jornais publicaram notícias sobre o adiamento da obrigatoriedade no Brasil para 2015. Lá, os órgãos do Estado só iriam aplicá-lo a partir de 2013 (a imprensa já o faz) e em Portugal só seria definitivo em 2015, o que coincide com a conclusão do Vocabulário Ortográfico de Língua Portuguesa. Ou seja: podemos livrar-nos dos erros.
No Teatro de São João, no Porto, é obrigatório ir ver ‘Casas Pardas’ – dramaturgia (assinada por Luísa Costa Gomes) do romance de Maria Velho da Costa. Mais um excelente trabalho de encenação de Nuno Carinhas.
(Coluna segundo as regrasdo Acordo Ortográfico)
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.