Os céticos, naturalmente, eram gente que não sabia ver até onde iam as virtudes do "entretenimento" ou da própria "cultura", que abrangia tudo, desde a lingerie à arqueologia. Anteontem, o CM publicou uma reportagem sobre os recentes desastres financeiros de Hollywood, que se seguem aos da indústria discográfica. São ciclos. Sob esse terreno movediço, a falta de educação para a arte e para a cultura. Uns pensam que é necessário "baixar o nível"; outros, infelizmente, julgam-se iluminados numa corte de eleitos. Ambos estão errados.
O novo romance de J.M. Coetzee leva o título ‘A Infância de Jesus’ e sai, na Dom Quixote, em meados de setembro. É outro dos bons sinais do regresso da edição depois das férias. Tem um arranque notável e de grande estilo.
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Por Carlos Rodrigues
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