Daí não resultou grande coisa para o conhecimento da nossa história comum, à exceção de ficar a saber-se que não se tratava de um gigante mas, sim, de um homem de estatura mediana (não chega ao metro e oitenta, o que não era condição para ocupar o trono) com quatro costelas fraturadas.
Quando à imperatriz D. Leopoldina, também submetida a tomografia, está desmentido que tenha partido uma perna – tem o fémur intacto, uma maravilha. Esta ideia de exumar o imperador tem consequências, uma vez que o coração do monarca não está no Brasil, mas sim na Igreja da Lapa, no Porto. Os investigadores querem agora fazer-lhe uma biopsia a fim de determinar se D. Pedro tinha o miocárdio em ordem. Sobre se pronunciou o grito “Independência ou Morte!”, não há notícias. Pena.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.